Há duas décadas, o bairro do Papagaio, na Corunha, sofreu uma enorme transformação. As antigas casas, muitas delas construídas nos séculos XVIII e XIX, foram desaparecendo, e a sua fisionomia e identidade mudaram completamente: de um bairro marginal, conhecido como Chinatown, parcialmente destruído por vários incêndios, para uma zona de luxo. A fotógrafa Maribel Longueira, de câmara na mão, imortalizou o processo de demolição e estabeleceu um diálogo artístico-poético com Luísa Villalta, cujo resultado foi o último livro escrito em vida pela autora homenageada no Dia das Letras Galegas de 2024: Papagaio, um livro cheio de força, um livro que denuncia a especulação, contra o machismo. Um livro único na época, tão único como o topónimo Papagaio.
Iván Méndez, técnico do Seminário de Onomástica da Real Academia Galega, aproxima-nos neste vídeo da origem do topónimo O Papagaio.
Bertamiráns é um dos lugares favoritos da infância do académico amesão Ramón Lorenzo, uma aldeia…
Até há pouco tempo, era dada como certa a hipótese de que Zas era um topônimo de origem germânica derivado do étimo SALA ‘…