Toponimia de Zas aprofunda as origens etimológicas de 117 lugares e de mais de vinte espaços geográficos de interesse de Zas, o mais interior dos três concelhos que constituem a Terra de Soneira. Uma boa parte dos topónimos estudados são únicos na Galiza, alguns têm etimologias discutidas (O Allo, Brandomil ou o próprio Zas) e outros, origens obscuras (Beizana, Saconde, Xerne) e até enigmáticas (A Andragalla).
Xosé M.ª Lema Suárez é correspondente da Real Academia Galega, membro do Seminario de Onomástica e da Asociación Galega de Onomástica (AGOn) e preside ao Seminario de Estudos Comarcais da Costa da Morte. No domínio da onomástica publicou, entre outros, Onomástica histórica dunha parroquia galega: Berdoias (1607-2000). 1. Os nomes masculinos (2006). No da toponímia, “De Santa Sía a Santa Sía de Roma, un posible engadido onomástico (e non toponímico) de finais do séc. XVI” (2019) e “De Santa Sía a Santa Sía de Roma, un posible engadido onomástico (e non toponímico) de finais do séc. XVI” (2022). É também coautor do Dicionario dos nomes galegos (1992) e da Guía de nomes galegos (2022).
A colecção Terra Nomeada da Real Academia Galega e da Asociación Galega de Onomástica tem como objectivo recolher e estudar os nomes de lugar dos concelhos da Galiza para compreender qual é a sua motivação e o seu significado, o que nos tornará mais conscientes da relação com o nosso passado, de como se formou a nossa sociedade, de como é a natureza em que habitamos, a sua fauna e as suas plantas.